Mostrar mensagens com a etiqueta Cuidados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cuidados. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Comedouro automático

Já conheci gatos que vivem juntos e por vezes um gosta mais de comer do que o outro.

O felino comilão vai tornar-se obeso e como sequela vários problemas de saúde.

Existe um comedouro que já vi funcionar e achei muito útil. O comedouro fica com o registo do número do microchip do felino que vai permitir alimentar. Assim que o comedouro detectar esse número vai abrir-se e assim que o felino se afasta do comedouro, seja qual for a razão, a comida é tapada.


O felino da primeira fotografia come calmamente e não tira os grãos de "ração" para fora do comedouro. Habitualmente são estes os lesados pois permitem que o seu amigo lhes tire o alimento. Portanto, neste caso, foi uma boa solução!

Sendo um aparelho, faz barulho apenas quando abre e fecha a tampa.


É natural que hajam animais que inicialmente não gostem desse barulho ou até do próprio aparelho, no entanto, habituam-se se compreenderem que é ali que têm a comida e que o aparelho não lhes faz mal. Apenas precisam de tempo para se adaptarem! Tempo, tranquilidade e paciência!

Pelo que vi no site o comedouro funciona apenas na maioria dos casos. Portanto, aconselho a observarem as fotografias no site, lerem os comentários e a observarem atentamente os vossos patudos antes de adquirirem o comedouro.


terça-feira, 5 de abril de 2022

Tosquia do Jung

Tenho de começar por dizer que é muito difícil encontrar quem faça tosquia a coelhos!

Felizmente consegui por um grande acaso. 

O Jung é um coelho anão independente e como tal, não acha nada bem que peguem nele para o transportar nem acha nada bem que lhe mexam no pêlo felpudo e macio, à excepção de festinhas do nariz até à cauda.

Sozinha a fazer tosquia a uma bola de pêlo rebelde torna-se impossível sem que um de nós sofra dano.

Sendo assim, marquei tosquia para esta manhã com Mimos & Relax Pets. É um estabelecimento que faz tosquias e banhos a cães, gatos e por vezes a coelhos. Têm estabelecimentos em algumas localidades no distrito de Lisboa. Pelo que me foi explicado, nem todos os estabelecimentos têm quem faça estes procedimentos em coelhos pois têm uma pele muito mais fina do que os cães e gatos e isso torna-se um perigo para este tipo de procedimento.

Há que ter atenção ao utilizarem máquina de tosquia nos coelhos. É recomendado ser feito sempre com ajuda, por uma pessoa com experiência e em casos com demasiados nós e grandes, recomenda-se que seja feito com Médicos Veterinários presentes.

O temperamento dos animais também ajuda muito para que estes procedimentos tenham ou não sucesso.

No caso do meu coelho já está habituado a que eu o manipulasse para pequenas tosquias em algumas partes do corpo usando tesoura ou máquina de tosquia, pois tive ajuda para isso durante muito tempo e os nós não chegavam à pele.
Nunca lhe dei banho e já o vi molhar acidentalmente as patinhas. Garantidamente ele não acha que o sítio da água é fora do bebedouro!

Hoje pela primeira vez foi tosquiado nas costas e não foi na barriga porque já estava a ser muito stressante para ele. Juntamente com a tosquiadora, optou-se por não se fazer e também ficou acordado que não iria ser dado banho.

Não é um coelho que morda por ser manuseado mas não significa que esteja a gostar de estar num local novo enquanto o seguram. Há que ter isso em conta!

Claro que assim que abri a transportadora em casa, tive que o ouvir a avisar a vizinhança que havia perigo.

Outro pormenor... o pêlo dos coelhos por ser diferente, fica também com um resultado diferente do que habitualmente vemos em cães e gatos. É muito difícil tosquiar de forma a que o pêlo fique uniforme.

Em casa após tosquia

terça-feira, 16 de julho de 2019

O Dino

Mais um reencontro pelos mesmos motivos que em 2016.

Já conhecendo o Dino, não foram precisas apresentações e ao me cheirar reconheceu-me logo.

Esta altura do ano é muito quente em Castelo Branco mas um animal precisa de sair e de tratar das suas necessidades fisiológicas. Em horas de mais calor é importante mantermo-nos à sombra para que não hajam ferimentos nem desidratação.

Por vezes é bom relaxar e observar o que nos rodeia.






Passeio antes do almoço.
Porque depois do almoço vem a sesta.

Na rua aproveito para brincar com ele utilizando, na maioria das vezes, uma bola de ténis. O Dino fica tão contente que acabo por interagir com ele e não tiro fotografias. Talvez haja uma próxima oportunidade.

sábado, 23 de março de 2019

Nikko e Kimi

Podem ler ou reler aqui o que escrevi sobre estes dois irmãos em 2016.

Voltei a ter a oportunidade de tomar conta de ambos. Cresceram mas continuam com a mesma personalidade. É muito raro encontrar gatos tão amistosos e tranquilos como são o Nikko e a Kimi.

Como já interagi com ambos noutras situações, desta vez a Kimi não se afastou. Aliás, ela veio ter comigo várias vezes e em algumas dessas vezes miava para eu lhe dar atenção. Cativei-a mesmo tendo passado tanto tempo :)
Ou será que foi tudo um truque para ser eu a conquistada? 😕😊

Apanhar a luz matinal para começar o dia




quinta-feira, 28 de junho de 2018

Faísca

Já cuidei do Faísca durante a ausência dos donos.

Hoje foi dia de o levar ao consultório veterinário. Por ser longe da casa dele, fomos de carro e quando regressámos, aproveitei para o passear ali perto.
É um animal cheio de energia e apesar de não estar habituado a andar de trela nem de carro, comportou-se muito bem tendo passado a maior parte do tempo deitado no carro e de ter puxado pouco a trela.

Faísca durante o passeio e após visita ao consultório.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Kimi e Nikko

A Kimi e o Nikko são dois gatos irmãos e com uma dona muito atenciosa que convive e brinca com eles diariamente.

Foram poucas as vezes que, por motivos maiores, a dona deles teve que se ausentar.

Os animais habituam-se às rotinas e se nessa rotina houver uma ausência maior dos donos, vai causar neles algum stress. Se houver mudança de espaço juntamente com a ausência dos donos, o stress é maior.

Para evitar que isso acontecesse, visto que seria poucos dias e uma vez por entre outra, a dona da Kimi e do Nikko, pediu-me para tomar conta deles em sua casa. Primeiro houve uma interacção com alguma antecedência para saber como é a rotina deles e para nos conhecermos.
Isto também é muito importante para mante-los os mais tranquilos possível.

Na primeira vez que fui sozinha, eles ficaram a olhar para mim e possivelmente a pensarem "mas... mas... que estás tu aqui a fazer? Como entraste?"
Falei com eles para me reconhecerem e aproximei-me tentando interagir mais ainda. Com a Kimi foi difícil, fugia de mim a cada passo que eu dava.
Mas eles tinham de comer e portanto fiz os possíveis para ela ficar confortável.

Como o Nikko veio mais facilmente receber a comida e festas, nas vezes seguintes que fui cuidar deles, já a Kimi também aceitava festas e miava para mim a pedir... comida. :)

Deixo uma foto abaixo dos dois simpáticos que me receberam sempre tão bem dispostos.

Fotografia tirada pela dona

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Rebeca

A Rebeca foi encontrada na rua quando tinha cerca de 15 dias de idade.

Foi-me pedido para cuidar dela apenas por uns dias, quando já tinha 3 semanas de idade. Mais tarde foi adoptada.

A Rebeca gosta mais de dormir do que de comer, durante a noite nem acorda para pedir comida, mas quando é para comer, come bem! Também gosta de brincar, até com a sua própria cauda.

Também é muito valente! Apresentei-a ao meu coelho e foi ele quem fugiu. Não entendo a linguagem de um gato bebé para um coelho adolescente mas deve ter sido assustador. O meu Jung já tinha conhecido mais gatinhos e simplesmente ignora.

Aqui fica uma fotografia da Rebeca com as 3 semanas de idade e onde se estava a preparar para uma sesta depois de uma bela refeição.



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Pirata e Pepita

Mais uma fotografia que encontrei e que quero partilhar.

A estes dois cachorros dei-lhes os nomes de Pirata e Pepita. Fiquei a tomar conta deles em Fevereiro de 2012, eles tinham cerca de 3 semanas de idade.

Foi-me dito que foram retirados à mãe pouco antes de fazerem 1 mês de idade porque a mãe deles tocou na lagarta do pinheiro.
É um grave problema para animais que vivam numa zona perto de pinheiros pois leva-os à morte em pouco tempo e o seu efeito nocivo podia ser transmitido às crias.

A Shiva, mãe destes pequenotes, foi tratada e eu fiquei a cuidar dos cachorrinhos. Ela é uma cadela carinhosa, com boa disposição e uma boa mãe. Sobreviveu ao tratamento e quase sem danos visíveis, isto porque foram salvos a tempo. As crias não chegaram a receber nada através do leite materno pois não se alimentaram durante esse tempo crítico que foi para a mãe.

Aqui fica a fotografia da primeira noite que passaram comigo.



Esta primeira noite foi um desassossego para mim. Eu estava bastante preocupada, pois não tinha como saber se eles ter-se-iam alimentado ou não após o contacto da Shiva com a lagarta do pinheiro.

Bastava eles fazerem um barulhinho que fosse e eu levantava-me logo. Felizmente correu tudo bem para os três e foram adoptados.

Reencontrei o Pirata em adulto e foi um gosto ver que está feliz e bem tratado.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Manjerico e Rosa

Apresento-vos o Manjerico e a Rosa. Foi a primeira ninhada que ficou ao meu encargo, em Outubro de 2011. Encontrei uma fotografia deles e quis partilhar esta história.

Foi-me dito que num dia chuvoso, eles foram encontrados na rua, dentro de uma caixa de cartão e ainda com o cordão umbilical. Fiquei a cuidar deles desde essa altura até se poderem alimentar sozinhos.

Fiz os possíveis para os manter vivos mantendo-os quentes, secos, limpos, alimentando-os e dando-lhes atenção. Raramente acordavam durante a noite para comer.

Com o passar dos dias, foram-se tornando cada vez mais saudáveis, fortes, meigos e brincalhões.
Dei-lhes os nomes de Manjerico (preto e branco) e Rosa (tricolor). Podem ver na fotografia abaixo os dois com quase 1 mês de idade.


A Rosa gostava de trepar pelo sofá e pelas minhas pernas, teve dificuldade em aprender a comer e a beber sozinha mesmo olhando e tentando imitar o irmão que aprendeu rapidamente.

Normalmente, estas ninhadas aparecem nos dias frios. Por isso eu andava de pantufas. Um dia, quando já eles caminhavam, eu estava deitada no sofá e quando me levantei, olhei para as pantufas antes de as calçar. Sorte a deles! Estava um em cada pantufa, enrolados como se fossem bolas de pêlo. E eles tinham uma botija de água morna, uma manta e um resguardo só para eles!

Miavam apenas para pedir comida. Gostavam de brincar um com o outro e comigo. Andavam atrás de mim muita vez mas nunca se largavam um ao outro.

Para minha felicidade, foram adoptados juntos.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Félix

O Félix é um gato que foi encontrado na rua e que foi entregue ao meu cuidado. Aqui podem ver a imagem há quase um mês atrás, quando o Félix chegou a casa, ainda sujo e com uns olhos lindíssimos. 


Agora, após muita paciência, muitos cuidados básicos e muita insistência com ele, já está um gatinho saudável mas ainda tem aquele olhar meigo. 


Já recuperou e já fui entregá-lo a uma família.